Os muros e as paredes me impedem.
Há! Essas barreiras.
Coisa chata.
Coisa estranha.
Coisa tamanha.
Pequena e notável.
Insignificante significável.
Impede o comum de transformar, de crescer.
Pra que tantos tabus.
Tanto pode, isso não pode.
Quem foi que disse o primeiro sim e o primeiro não?
Interrompendo sonhos de toda geração.
Confesso eu mataria...
O famoso bicho papão, chamado padrão.
Ariane Oliveira
UUUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUU Fantastico fantastico, paumas, a nova Poetisa, de todos os tempos vem chegando aplaudam chega de versos comuns, chega ai a inovação dos poemas Ariane Oliveira! paumas!
ResponderExcluirIsso é lindo Ari! Isso não é poema, é poesia!!
ResponderExcluirObrigada amor meu,sua exagerada rs! Brigada Glau.
ResponderExcluirNOSSAAA, dentre os melhores que já li, esse está basicamente no topo!
ResponderExcluirMuito obrigada Jaqueline...de verdade.
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